O Jeca e a Égua Milagrosa
Fonte principal: ACPJ/I - Araken Campos Pereira Júnior. Cinema Brasileiro (1908-1978) - Longa-Metragem. V. 1 Santos: Casa do Cinema, 1979.

Foto O Jeca e a Égua Milagrosa


Na caça aos votos, dois fazendeiros fazem de tudo para se elegerem prefeito numa cidade do interior.
Os dois coronéis, Libório e Afonso, têm terreiros de umbanda e candomblé e utilizam os espaços para influenciar os moradores, arrebanhando fiéis para seus cultos e votos nas próximas eleições.
Raimundo é amigo do coronel Afonso. O fazendeiro Libório tem em seu terreiro, como atração, uma égua a quem os fiéis atribuem poderes de cura. Os milagres feitos pela égua correm pela cidade e contribuem para indispor Afonso e Libório.
Raimundo gosta muito do animal mas sua amizade com o coronel Afonso o afasta do pessoal do Libório. Diante das confusões que cria é obrigado a casar com a égua do fazendeiro. Os agitados comícios que antecedem as eleições e os meios utilizados por cada um dos coronéis garantirão a prefeitura.

(Fonte: Museu Mazzaropi)

 

 

 

 

 

 


Elenco


Amácio Mazzaropi Geny Prado Turíbio Ruiz
Gilda Valença • Marcia Deffonso • Augusto César Ribeiro
Roberval de Paula • Paulo Pinheiro • Francisco Tadeu Alves
André Luiz de Toledo • Wilson Damas • José Velloni
Guiomar Pimenta • José Minelli Filho • Júlio Cesar


comédia, ficção; 102 minutos; censura livre


cia produtora

 

PAM Filmes, Taubaté, SP

 

 

 

distribuição

 

PAM Filmes

 

 

 

direção

 

Pio Zamuner, Mazzaropi

 

 

 

argumento

 

Amácio Mazzaropi

 

 

 

roteiro

 

Kleber Afonso, Amácio Mazzaropi

 

 

 

diretor de fotografia

 

Pio Zamuner

câmera

 

Virgílio Roveda

assistente de câmera

 

Antonio Francisco Rovagnoli

foco

 

Virgílio Roveda

 

 

 

produção

 

Amácio Mazzaropi

diretor de produção

 

Carlos Garcia

 

 

 

técnico de som

 

Norival Gonçalves de Moura

 

 

 

montagem

 

Walter Wanni

 

 

 

cenografia

 

Amácio Mazzaropi

 

 

 

maquilagem

 

Nena Viana

 

 

 

música

 

Hector Lagna Fietta

canções

 

"Minha toada" de Dolores Duran e Edson França, canta Mazzaropi; "Sertão em flor" de Crisósthomo Faria, cantam Danilo e Daniel

 

 

 

continuidade

 

Marta Salomão Jardini

 

 

 

laboratório imagem

 

Revela S.A.

sistema cor

 

colorido

ano de produção

 

1980

lançamento

 

29.09.80, Porto Alegre, RS, circuito Real Vitória, Miramar



Comentários

O filme foi produzido nos estúdios da PAM Filmes, em Taubaté, SP, onde hoje ficam o Hotel Fazenda Mazzaropi e o Museu Mazzaropi.

Último filme de Mazzaropi.


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